22 de fevereiro de 2009
Carnaval
Todos os alunos vieram bem fantasiados. Algumas fantasias eram muito engraçadas.
No desfile cantamos canções e fizemos brincadeiras pois no Carnaval, ninguém leva a mal...
15 de fevereiro de 2009
Tempo de poesia

Simplesmente ler
Ler sempre
Ler muito.
Ler quase tudo
Ler com os olhos, os ouvidos, com o tacto, pelos poros e demais sentidos.
Ler com razão e sensibilidade.
Ler desejos, o tempo, o som do silêncio e do vento.
Ler imagens, paisagens, viagens.
Ler verdades e mentiras.
Ler na escola, em casa, no campo, na estrada, em qualquer lugar.
Saber ser leitor tendo o direito de saber ler.
Ler simplesmente ler.
Edith Chacon Theodoro
12 de fevereiro de 2009
Pesquisas na internet...
São diferentes os costumes conforme os locais onde se passa o dia. Tipicamente portuguesa, a tradição dos “lenços dos namorados” ou “lenços de pedidos” remonta aos séculos XVII e XVIII, existindo por todo o País, sobretudo nas regiões do Minho, Beiras, Alentejo e Açores. Terão origem nos lenços que as meninas da nobreza, em idade casadoira, bordavam, a ponto de cruz, com dizeres de amor e brasões de família, em tons de vermelho e preto, muitas vezes com lantejoulas. Na hora do baile, com o lenço enfiado no cós do vestido, a rapariga deixava que o rapaz de quem gostava apanhasse o lenço e o usasse atado ao pescoço, em sinal de amor correspondido.
Mais tarde, em meados do século XIX , as mulheres do povo passaram a adoptar o lenço, bordando-o a seu gosto, em linho ou algodão, com forma quadrada e cores variadas. Assim, a moça, quando estava próxima da idade de casar, confeccionava o seu lenço bordado. Depois, o lenço ia ter às mãos do "namorado" ou "conversado". Então, se este o usasse por cima do casaco domingueiro, colocado ao pescoço, com o nó para a frente, era sinal de início do namoro. Em caso de amor não correspondido, o lenço seria devolvido à rapariga.
14 de Fevereiro – Dia dos Namorados e da Amizade

Lenda de S. Valentim
Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos no seu reino, com o objectivo de formar um grande e poderoso exército.
Cláudio acreditava que se os jovens não tivessem família, se alistariam com maior facilidade no exército. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. O seu nome era Valentim e ele celebrava as cerimónias em segredo.
O Imperador descobriu e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens enviavam flores e bilhetes com mensagens em que diziam que acreditavam no amor. Entre as pessoas que enviavam mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonados e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: "De seu Valentim", expressão ainda hoje utilizada.
Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.
11 de fevereiro de 2009
Vamos conhecer as autoras
Breve história de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
Ana Maria Magalhães
Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa a 14 de Abril de 1946.
Tentou ser enfermeira mas não tinha coragem para tratar de doentes e, por isso decidiu ser professora de História e Português.
Em 1976 conheceu Isabel Alçada à porta da Escola Fernando Pessoa, em Lisboa. Ficaram amigas.
Em 1982, depois de muito escreverem para os alunos, escreveram um 1º livro: "Uma Aventura na Cidade".
Isabel Alçada
Isabel Alçada nasceu a 29 de Maio de 1950, em Lisboa.
O seu pai era o grande contador de histórias da casa.
Tornou-se professora, tal como Ana Maria Magalhães, de Português e de História em Setembro de 1976, no ano em que a conheceu.
As duas juntas
Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães já escreveram as seguintes colecções: Colecção Uma Aventura, Colecção Viagens no Tempo, Colecção Histórias de Portugal, Colecção Ler dá Prazer, Colecção Floresta Mágica, Colecção Quero Ser, Romances para Jovens, Colecção Asa Delta e Histórias e lendas. Escreveram ainda os seguintes livros: História dos Jerónimos, Piratas e Corsários, Portugal- Histórias e Lendas de Natal.
Vamos recontar a história...

A Joaninha vaidosa
Era uma vez uma joaninha muito alegre e todos os animais gostavam dela pois inventava jogos fascinantes.
Um dia uma borboleta estranha, da cor do céu apareceu e ficaram todos maravilhados com a sua beleza.
A Joaninha percebeu que todos ficaram a admirar a borboleta e ninguém queria saber dela.
A borboleta disse que voltava mais tarde.
Mais tarde, uma borboleta com asas amarelas apareceu, todos acharam estranho pois a borboleta tinha mudado de cor.
A Joaninha pensou que a borboleta tinha muitos vestidos.
A borboleta que não falava muito, disse que voltava no dia seguinte.
A Joaninha estava triste e decidiu que já estava farta do seu vestido vermelho com pintas pretas. Por isso foi ao lago onde estava a rã e disse:
- Quero ter a pele verde e brilhante.
E pensou que podia nadar e atirou-se ao lago. Felizmente o cágado apanhou-a.
Depois experimentou outro modelo com penas de pássaros e tentou voar, pois não teve sorte, caiu no chão.
Ninguém deu por nada pois estavam a observar uma bela borboleta com bolinhas de muitas cores que só dizia adeus.
Reuniram-se todos na casa do mocho para descobrir o mistério das borboletas, a Joaninha faltou.
O mocho encontrou a Joaninha e deu-lhe um conselho.
-Deves-te sentir bem com o que tens e não tentes imitar ninguém.
No dia seguinte descobriram finalmente o mistério das borboletas pois eram três irmãs borboletas.
A Joaninha descobriu que também podia ficar bonita sem imitar ninguém e ficou muito amiga das três irmãs borboletas.
Adriana
Tempo para uma história…

A Joaninha Vaidosa
No âmbito do PNL, fomos conhecer o site e-livros.clube-de-leituras.pt. Ouvimos a história "A Joaninha Vaidosa" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Já conhecíamos as escritoras pois estamos a ler o livro "Uma Aventura na Serra da Estrela", mas neste site conhecemo-las melhor pois elas aparecem num pequeno filme onde se apresentam e apresentam também o ilustrador Nuno Feijão.
O livro é muito interessante, mas quem mais gostou da história foram os alunos do 1º ano. Recontamos a história e colocámo-la no site, no espaço "Livros da Malta". Agora também temos uma história que nos pertence e que todos podem ler.
Também dramatizamos a história. Foi muito divertido!





