27 de maio de 2009

Pequenos escritores...


Foi proposto aos alunos do 4º ano criarem um texto a partir da imagem que serve de capa do PCT e que também representativa deste blog.

Aqui ficam os textos criados pelos alunos.

Uma borboleta mágica

Um dia no país das Letras viviam muitas pessoas de várias cores.
Elas gostavam muito dos animais e da Natureza, mas gostavam mais das borboletas.
Num dia da semana os meninos tinham acabado de sair da escola e foram todos para o sítio onde costumavam brincar.
Passados uns minutos, quando brincavam no escorrega viram uma borboleta em forma de mulher mas com asas. Ela parou perto das crianças. Como tinham visto uma espécie nova foram chamar os pais. Eles vieram num grande alarido.
O pai do Nelson que conhece todas as espécies de borboletas comentou logo que era uma Marcella, ela era italiana.
Todos ficaram contentes por terem descoberto uma nova borboleta. Ela falava, ria-se e as pessoas estavam cada vez mais contentes. O pai do Nelson foi ver às suas enciclopédias de borboletas e procurou o nome Marcella. De repente, correu para o meio da multidão e gritou para dizer que a borboleta era mágica.
Ficaram todos surpreendidos e mais surpreendidos ficaram quando a Marcella desapareceu do céu de um momento para o outro.
Ana Rita Mendes




O abecedário

Numa aldeia animada, havia um centro acolhedor para todas as crianças do mundo.
Ali ninguém era discriminado. As crianças eram felizes e viviam contentes, mas havia uma coisa que não tinham: a escola.
Todos os meninos gostariam de aprender a ler. Um certo dia, ouviu-se um som pela aldeia.
Ouvia-se:
-A, b, c, d…
As crianças, curiosas, foram seguindo aquele som e chegaram a uma coisa redonda, amarela, parecendo um sol, lá no fundo vivia uma fada, que os meninos avistaram. Chegaram mais de perto e viram umas estantes cheias de livros e uma fadinha a ler.
Com uma cara muito meiga ela disse que era professora …e perguntou:
- Querem aprender a ler?
Os meninos ficaram radiantes e disseram que sim.
Todas as crianças da aldeia aprenderam a ler e a fada ficou contente.
A aldeia aumentou em número de população pois todos queriam aprender a ler pois ler é aprender. Adriana

O roubo da Amizade
Era uma vez um país distante, onde todos viviam felizes. O seu povo era muito pobre mas todos tinham uma enorme riqueza: a amizade.
Um dia chegou um homem poderoso, chamado Pilatos, que começou a destruir tudo o que esse país tinha de bom. Mandou tirar de todas as casas o melhor livro de sempre, o livro da amizade.
O povo já não se sentia bem, sentiam-se tristes e perdidos, sem saber o que fazer. Até a Natureza começou a mudar e o belo céu azul ficou coberto de nuvens negras.
Entretanto, apareceu um velho, muito sábio, que os ajudou imenso dizendo:
- Procurem a vossa amizade porque Pilatos é vosso governante mas se forem unidos conseguem vencê-lo. Então começaram a fazer cartazes para se defenderem.
Pilatos estava cada vez mais poderoso e ia apoderar-se do trono mas a amizade da população foi mais forte que Pilatos e ele viu-se obrigado a sair do país.
A primeira medida que a população tomou foi voltar a distribuir por todas as casas “O livro da Amizade. Assim a Amizade voltou e todos viveram felizes para sempre.
Daniela Filipa

Ida ao Teatro




O Génio sem lâmpada

No dia 15 de Maio de 2009 fomos convidados para ir ao Centro Paroquial de Ronfe ver uma peça de teatro que se chamava «O génio sem lâmpada».
O génio sem lâmpada era um génio em matemática e para o porem à prova mandaram vir sete sábios, para ver se o génio falhava alguma conta ou problemas que os sábios lhe propunham.
O primeiro sábio pôs à prova os seus conhecimentos mas ele acertou no problema.
Depois de todos os sábios serem ouvidos o génio ficou namorado da Télassi, filha de um homem poderoso da Índia.
A peça de teatro foi muito interessante.
4º ano

15 de maio de 2009

Dia da Mãe





O Dia da Mãe foi no dia 3 de Maio.
Na nossa escola fizemos um presente para oferecer às nossas mães. Fizemos umas caixinhas muito bonitas onde colocamos uma velinha de cheiro. Também fizemos um postal para lhes dizermos que gostamos muito delas e que são pessoas muito especiais.
As nossas mães ficaram muito contentes e nós também.

Mês de Maio



 

O mês de Maio é o mês dedicado a todas as mães.


 

Mãe


 

Dás tudo o que tens, por mim

Isso aí eu não duvido

Amo-te como ninguém

Deixa-me dizer-to ao ouvido

Às vezes sou muito chato

Mas tens uma paciência tal…

A Mãe perdoa sempre tudo.

És mesmo muito, muito especial!