Se eu fosse um lápis gostaria, de não ter dono, ser livre, fazer umas aventuras e realizar uns desejos.
Gostaria que o meu carvão nunca acabasse para poder escrever eternamente e gostava de me chamar Adrifili.
Também queria desenhar um avião e dar uma volta ao mundo como Fernão de Magalhães, conhecer os cinco continentes e muito mais.
Também gostava que o nosso país fosse mais verde, desenhava mais árvores, e desenhava mais caixotes do lixo para que as pessoas pudessem deitar o lixo no caixote e não no chão.
E as casas velhas, eu punha-as novas com o meu super poder.
E as noivas que tinham dificuldade em escolher um vestido, eu desenhava-lhes o modelo e assim escusavam de gastar dinheiro. As idosas que não tinham marido e que não tinham ninguém que tratasse delas, eu arranjava-lhe um marido novo e assim já poderia tratar delas.
E por fim gostaria de montar uma banca onde eu concedia os desejos e assim toda a gente era feliz.
Adriana

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